Monte uma alocação, veja volatilidade, Sharpe, drawdown e onde ela cai na fronteira eficiente. Dados semanais reais desde 2015.
FORMADORES DE MERCADO
Ferramenta interna da mesa —
USD
BRL
1A
3A
5A
10A
MÁX
Mensal
Trim.
Anual
Nunca
S&P 500
Nasdaq
Bitcoin
Ibovespa
Taxa livre de risco: —
Retorno anualizado
—
—
Volatilidade a.a.
—
—
Sharpe
—
—
Sortino
—
—
Max drawdown
—
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Calmar
—
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Composição e rentabilidade
—
Alocação
Arraste os pesos. Tudo recalcula na hora — inclusive a posição da carteira na fronteira.
Soma: 100,0%
Presets
Otimizador · peso máx. por ativo 40%
Adicionar ativo do universo
Buscar ticker ao vivo
Busca 11 anos de histórico semanal e adiciona o ativo à simulação.
Rentabilidade da carteira
Crescimento de 100 USD contra os benchmarks, incluindo a taxa livre de risco (T-bill em USD, CDI em BRL). Clique na legenda para esconder uma linha.
—
Linear
Log
Fronteira eficiente
—
Risco × retorno
Cada pontinho é uma carteira aleatória possível com os ativos selecionados — azul mais claro = Sharpe maior. A linha violeta é a fronteira eficiente: o melhor retorno possível para cada nível de risco, respeitando o peso máximo do otimizador. Se a sua carteira está longe da linha, existe uma alocação com o mesmo risco e mais retorno.
Contribuição de risco
Peso no capital não é peso no risco. Um ativo com 10% da carteira pode responder por metade da volatilidade.
Ativo
Peso
Contrib. risco
Vol a.a.
Corr. c/ carteira
Efeito da diversificação
Se tudo andasse junto (corr = 1)
—
Vol. real da carteira
—
Correlação e cauda
Matriz de correlação
Retornos semanais na janela e moeda selecionadas. Laranja = anda junto (não diversifica), azul = anda ao contrário (protege).
Perdas e cauda
O que a carteira fez nas piores semanas da janela — o número que o cliente sente, não a média.
VaR 95% semanal
—
CVaR 95% semanal
—
Pior semana
—
Melhor semana
—
Semanas positivas
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Tempo até recuperar o topo
—
Curva de drawdown
Stress test histórico
Janelas reais
A mesma alocação, aplicada às crises que já aconteceram. Só aparecem as janelas em que todos os ativos com peso já tinham histórico.
Episódio
Período
Carteira
S&P 500
Bitcoin
Ouro
Pior semana da carteira
Metodologia e limites
Dados: retornos semanais de fechamento ajustado, de 07/09/2015 a 31/08/2026, via Yahoo Finance, reancorados no calendário do S&P 500. CDI mensal via API do Banco Central (série 4391); T-bill 3M via ^IRX. Ouro e prata são os futuros contínuos (GC=F, SI=F).
Anualização: retorno anualizado é geométrico (CAGR); volatilidade é o desvio-padrão semanal × √52. Sharpe e Sortino usam retorno excedente aritmético sobre a taxa livre de risco contemporânea (não uma taxa fixa chutada), na moeda base escolhida.
Rebalanceamento é sem custo nesta simulação: não há corretagem, spread, IR sobre ganho realizado nem imposto de dividendo. Rebalancear de verdade custa dinheiro, e quanto mais frequente, mais custa — compare "trimestral" com "nunca" com isso em mente.
Conversão de moeda: em BRL, os ativos em dólar são convertidos pelo câmbio semanal (BRL=X) e o Ibovespa entra sem conversão. O inverso vale em USD. Isso significa que boa parte do retorno em BRL de um ativo global vem do câmbio, não do ativo.
A fronteira eficiente é calculada com dados passados. Retornos médios históricos são péssimos estimadores de retorno futuro — a carteira de "máximo Sharpe" é, na prática, a carteira que teria funcionado melhor no passado. Volatilidade e correlação são mais estáveis que retorno esperado, então trate a mín. variância como mais confiável que a máx. Sharpe.
Janelas curtas mentem. Com 1 ano de dados semanais (52 pontos) o erro padrão do Sharpe é grande o suficiente para inverter o ranking de duas carteiras. Prefira 5 ou 10 anos para comparar alocações, e olhe 1 ano só para entender o momento atual.
Contribuição de risco e correlação são calculadas sobre os pesos-alvo da janela inteira (visão ex-ante), não sobre os pesos que derivaram entre rebalanceamentos.