O que acontece quando 9 pessoas aprendem a investir com método, análise gráfica e gestão de risco — em três dias.
No primeiro dia da imersão, pedi uma coisa simples para cada participante: escolha um ativo. Qualquer um. O que você compraria agora com o que sabe hoje.
Sem critério técnico. Sem análise de tendência. Sem sizing definido. Exatamente como a maioria das pessoas investe — pela intuição, pelo que ouviu no podcast, pelo ticker que apareceu no feed.
Com os 9 ativos escolhidos, montamos uma carteira. Iguais entre si: cada ativo com 11,11% do portfólio. Ouro, prata, Bitcoin, Ethereum, AAVE, IEMG, EWZ, Gerdau e S&P 500. Uma carteira diversificada no papel — mas construída sem nenhum dos critérios que realmente importam.
Essa carteira existe até hoje. E se você tivesse entrado nela no dia 30 de janeiro, estaria com 8% de prejuízo.
Não é que os ativos eram ruins. É que sem método, você não sabe quando entrar, quanto alocar — e o que parece diversificação é só incerteza distribuída.
Cada participante escolheu um ativo que comporia uma carteira coletiva, sem qualquer critério técnico. O resultado foi uma carteira real, que passou a ser monitorada ao longo dos meses seguintes. Esse exercício tem um objetivo claro: tornar tangível o custo de investir sem método. A diferença não é abstrata — ela aparece nos números.
No segundo dia, o foco foi técnicas de análise gráfica baseadas na metodologia do Al Brooks e no conceito de SMC (Smart Money Concepts) — a base do método CriptoFlow. Os participantes aprenderam a identificar estruturas de mercado, pontos de força e fraqueza, e os ativos com maior potencial de valorização. Não é sobre prever o futuro: é sobre ler o presente com mais clareza.
O terceiro dia foi onde tudo se juntou. Com o conhecimento acumulado, os participantes revisaram o portfólio: saíram ativos que não tinham estrutura favorável, entraram outros com alto potencial. Mas mais importante: cada posição ganhou um tamanho calculado. O sizing — quanto alocar em cada ativo — é o que separa uma carteira construída de uma carteira apostada.
Dois ativos da carteira refinada se destacaram de forma expressiva desde o encerramento da imersão. Ambos foram identificados pela análise gráfica como estruturas com alto potencial — e o mercado confirmou.
Esses resultados não foram sorte. Foram a consequência de saber o que procurar num gráfico — e ter a disciplina de alocar de forma proporcional ao conviction em cada ativo.
Se você quer aprender a construir uma carteira com método, critério e gestão de risco — do zero ou refinando o que já tem —, os próximos lugares são limitados.
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